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CRÍTICA | Xeque-Mate - 1ª Parte


Xeque-Mate - 1ª Parte
Crítica de -Luiiz.-

Uma produção com futuro, porém que esbarrou em suas limitações técnicas neste início.(esta crítica contém spoilers)

A produtora Pixel Movies posta hoje outra de suas apostas para o atual cinema habbiano, o filme de Fabio87922 “Xeque-Mate”,que diferente da temática de Pandemia do diretor marshe.ban, entramos em um verdadeiro jogo de gato e rato, ou melhor um jogo de xadrez – como mostrado no fim da produção – orquestrado por Kaio, um dos melhores detetives do mundo, e Rennan, um assassino brutal, e a questão interessante levantada neste 1º filme é: seria Rennan um frio serial-killer? Ou apenas um justiceiro asavessas?

Analisando-se o roteiro, vemos que sua síntese é extremamente rica e frutífera, porém o diretor resumiu-se a introduzir a história da forma mais breve possível – podendo ou não ser uma estratégia do mesmo para os próximos filmes – e o fato é que alguns tópicos passaram batidos. Por exemplo, o caso em que o Kaio solucionou apenas foi citado, no entanto o diretor poderia fazer uso de flashbacks para mostrar um pedaço desse arco em seu passado. Outro erro foi a conversa final entre William e Rennan, em que o diretor opta por uma passagem de tempo ao invés de tentar explorar o diálogo e consequentemente a personalidade dos dois, pois veja, seria interessante vermos a reação de Rennan diante de William, e quais seriam as futuras consequências disso. Vemos a presença também de um interessante monólogo entre Rennan e sua mente, será que o mesmo irá possivelmente entrar em um confronto mental? Visto que um serial-killer frio não tem nenhum tipo de reação, ele apenas observa tudo a sua volta, para dar o próximo passo. William também fora pouco aproveitado nesse inicio

No campo técnico talvez tenha sido a área de maior erro do filme, pois o diretor fez uso de diferentes planos erroneamente, vemos isso em cenas em que planos “fechados” não são necessários, aliás, não fazem sentido, porém o mesmo usa. Outra coisa desagradável e que prejudicou a produção foi o número maçante de “cortes” feitos em cenas que possuíam certa continuidade (o não-uso do fade sobreposto, que evitaria o desconforto com o fundo preto após cada cena) por exemplo, mudanças de cômodos em casa ou então, uma conversa em que o outro irá falar. Quanto aquestão da sonoplastia o diretor conseguiu um razoável equilíbrio entre seus erros e acertos, pois conseguiu acertar na questão do estilo de música, porém errou nas transições de cenas, onde o recomendado é que se diminua a música anterior gradualmente, e na próxima cena aumente a música da mesma gradualmente também, evitando transições bruscas. 

Vale ressaltar também falhas no uso do chroma, como na cena da lanchonete em que o diretor poderia ter um cuidado maior. Porém o mesmo conseguiu acertar bastante na parte artística do episódio, com pixel arts belíssimos e cenários idem, apesar de que o figurino de Rennan poderia ter mais cores frias, escuras, demonstrando o seu lado frio – ou não - de ser. Ressalvo também que músicas se forem citadas, devem ser abaixo do vídeo, e não no mesmo.

Xeque-Mate tem tudo para ser um excelente filme, desde que não caia nos clichês de produções envolvendo serial-killers, mas é preciso que Fábio ao ler a crítica pense em arcos interessantes que poderiam ser utilizados para manter a história viva, explorar mais a personalidade de seus personagens, pois o enredo da produção é um diamante bruto que precisa ser lapidado a cada continuação.

3 pipocas - Bom
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