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CINEMA.DOC #2 - Entrevista com kiko@bom

Olá pessoal, essa é a segunda edição da coluna "Cinema.doc", no qual novamente entrevistamos diretores do "Cinema Habbiano", para saber mais da história deles e as dificuldades que passam, nessa edição iremos entrevistar o kiko@bom, confira abaixo a entrevista:

BkS: Descreva o seu retorno ao "cinema habbiano" com uma palavra.

kiko@bom: Revigorante.

BkS: Onde se procurou inspirar para a criação de West?

kiko@bom: Eu sou um grande fã do estilo western (faroeste), e achei que, por que nunca se produziu um no "cinema habbiano" seria uma aposta criativa. O: Conrs já tinha me planejado um, há muito tempo, mas não foi para frente e aproveitei essa ausência do gênero. Mas as inspirações concretas foram em vários filmes de western como de Sergio Leone, John Huston, Clint Eastwood, entre outros.

BkS: Qual a maior dificuldade na produção de West?

kiko@bom: Creio que é representar o estilo. É que eu tentei ao máximo conservar as características dos faroestes antigos, tanto visualmente como no nível de argumento, e isso aplicando no Habbo, fica meio difícil - principalmente devido à falta de recursos.

BkS: West é o primeiro western do "cinema habbiano". Você acha que depois de "West" este tema será mais explorado por outros diretores também?

kiko@bom: Não sei. Espero que sim. Principalmente porque o gênero é muito bom e tem muito que se aproveitar.  O Cinema precisa de mais diversidade, julgo eu.

BkS: Você é um dos grandes diretores do "cinema habbiano", como foi para você chegar até aqui?

kiko@bom: Foi muito bom. Inclusive, estou feliz de ter voltado à Pixel Movies e de ter passado pela Folha de Pixel e aprendido tanto. Acho que sem a ajuda e a influência de tantos outros diretores, nunca teria chegado aonde cheguei e, por isso mesmo, partilho sempre os louros dos meus galardões com quem posso.

BkS: O que você aprendeu durante os anos que é do "cinema habbiano" que é importante para a carreira de um diretor?

kiko@bom: Principalmente, ouvir os outros. Eu lembro-me de, no meu primeiro filme, recebi a crítica do .Carioca, no Pipoca Habbo, onde ele elogiava, mas também criticava (construtivamente), o filme. Tive três pipocas. Eu li e assimilei tudo; usei essas dicas e fiz a 2a parte, onde recebi cinco pipocas e ainda melhor, produção no Pipoca de ouro. E se os diretores lerem cuidadosamente o que os outros (críticos ou não) tem a dizer, melhoram. Todos são iguais e acho que no cinema a meritocracia aplica-se totalmente.

BkS: Para você, qual a parte da produção de um filme que acha mais tediosa, estressante?

kiko@bom: A gravação, eheh. Edição é mais relaxada, porque é só botar uma música de fundo que gosto e horas editando. Para passar tempo. Mas gravar requer mais atenção e concentração porque temos de dirigir pessoas.

Ficamos por aqui nessa segunda edição! Agradecemos aos leitores por receberem tão bem essa coluna.
Até a próxima quinta-feira, com mais uma entrevista!

vinic10saradu

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